Deixo a maré baixar, calmaria.
Não me deixe sozinho nessa ilha
Você já está tão marcada pelo tempo
Não vai de contra o mar de cara para o vento.
Coração iludido, coração bandido.
Pelo tanto que sofreu, devia ter aprendido.
E o mundo ao seu redor parece ignorar
E simplesmente novamente irá se apaixonar.
Miragem perdida que não se realiza
Calor que quer sentir a doce brisa
Esperança outra vez arde à chama
Que não se apague a sua fama.
Se deixa levitar, flutua sem parar
E assim me joga nesse jogo, ai de mim
Coração o tempo pede, apressa-te
De uma vez não vá sofrer, coração não erra.
Fellipe Thomaz
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