Asas pelo céu, pensamentos soltos,
Levados pelo vento, pela imaginação.
Voa. Voa como águia à procura do infinito,
Sem amarras, sem vínculo,
Busca incessante pelo etéreo,
Ave noturna que atravessa os céus
Sem limites, sem tempo.
Vai-se como o próprio tempo,
Independente, autônomo, impiedoso, justo
Parte em busca do prazer
Rompendo barreiras do som e da luz.
Vai, vai! Busca o infinito
Neste finito mundo de compromissos,
de tédio, de regras que nos prendem e nos alienam.
Asas benditas! Voa, voa, voa.
Liberdade!
Que bom tê-la como. Sempre!
Tarcísio Souza
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